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quinta-feira, 18 de março de 2010

REAJUSTE BM - PROJETO CHEGA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO RS


Chega à Assembleia projeto de reajuste para os brigadianos. Matéria deve ser votada em 30 de março e sancionada pela governadora na primeira semana de abril - Fonte: Rádio Guaíba - 18/03/2010 13:35 - Atualizado em 18/03/2010 20:44

A governadora Yeda Crusius entregou, no fim da tarde, à Presidência da Assembleia Legislativa, o projeto de reajuste para os servidores da Segurança Pública. Yeda afirmou que a matéria é um passo importante para acabar com as desigualdades salariais da categoria. Também destacou o fato de haver um acordo, intermediado pelo Legislativo, que contemplou benefícios para policiais civis e militares. “Houve uma mudança na atitude do presidente da Assembleia, que deu solução às questões de conflitos no Estado”, afirmou. Integrantes da Associação de Cabos e Soldados não estiveram presentes no ato.

De acordo com o presidente do Parlamento, Giovani Cherini, o pagamento retroativo dos 19,9% de aumento relativos à Lei Britto, para os oficiais da corporação, vai ser feito em, no mínimo, quatro e, no máximo, seis parcelas, até o fim do ano. O projeto deve ser votado em 30 de março e sancionado em 5 de abril.

Reunidos em assembleia, pela manhã, os servidores da BM aceitaram a proposta de reajuste. A matéria prevê R$ 180 milhões para a Matriz Salarial neste ano (assegurando reajustes de 7 a 12% para os postos de soldado a capitão) e até R$ 111 milhões no ano que vem, além de um aumento na contribuição previdenciária de 7,4% para 7,5% ainda em 2010. Para o próximo ano, o percentual já sobe para 11%.

"Proposta não é a ideal, mas um consenso", admite líder da categoria
Nessa tarde, o presidente da Associação de Sub-tenentes e Sargentos da Brigada Militar, Aparício Santellano, afirmou, em entrevista ao programa Guaíba.com, que a proposta aprovada pela categoria não é a ideal, mas resultou de um consenso. Santellano explicou que não havia mais tempo para as negociações, devido ao prazo referente às regras da lei eleitoral, que proíbe reajustes a menos de seis meses do pleito. Ele destacou ainda que a categoria buscava apenas valorização e reconhecimento perante a sociedade. Ele pediu ainda que os governantes efetuem medidas concretas nesse sentido e que não fiquem apenas proferindo "belos discursos".

O dirigente explicou ainda que foi registrado em documento “a insatisfação dos brigadianos que tiveram que aceitar o acordo, mesmo sabendo que não têm um tratamento igualitário”. Ele ressaltou também que a categoria reconhece o empenho dos deputados em buscar um consenso. Disse, no entanto, que as exigências continuam e devem ser cobradas do próximo governador.

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